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Boas Festas!

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Cavaco Silva considera urgente requalificação das cidades

O Presidente da República afirmou no domingo, em Coimbra, ser urgente avançar com a requalificação das cidades, frisando que a qualidade de vida nestes espaços urbanos pode constituir «um factor de competitividade» de Portugal no mundo global.
«Acredito que a qualidade de vida das cidades portuguesas pode ser um importante factor de competitividade de Portugal no quadro da globalização. É urgente avançar na requalificação das cidades portuguesas», afirmou Aníbal Cavaco Silva, que presidiu hoje à inauguração de três obras do programa Polis em Coimbra.
Na sua perspectiva, «a melhoria da qualidade de vida nas cidades deve constituir um objectivo cimeiro da administração central, local e dos cidadãos».
«As cidades, pelas suas capacidades e recursos, são decisivas para o desenvolvimento da nossa economia», vincou o Chefe de Estado.
Classificando a intervenção Polis em Coimbra como «um bom exemplo de requalificação urbana», Cavaco Silva observou, contudo, que «apesar dos esforços das últimas décadas nos domínios das infra-estruturas de transportes e de energia, dos equipamentos sociais e da habitação», Portugal está confrontado com «novos fenómenos de degradação do ambiente urbano e, mais em geral, de perda da qualidade de vida nas cidades».

nm (Diário Digital / Lusa)
27-11-2006 7:04:23


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Time Lapse Sequences

nm (youtube)


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Portugal deserto e seco em 20 anos
Nos próximos 20 anos mais de metade do território português corre o risco de ficar deserto e seco. Actualmente cerca de um terço já está afectado pela desertificação


O presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), Eugénio Sequeira, disse à agência Lusa que as zonas já atingidas pela desertificação, quer ao nível dos solos, quer da população, são o Alentejo, o interior algarvio e toda a fronteira com Espanha, do Algarve a Trás-os-Montes.
O especialista falava à Lusa a propósito das terceiras Jornadas Ambientais da organização, que decorrem entre quinta-feira e domingo no Cine-Teatro Municipal de Castro Verde (Beja), e que vão abordar o fenómeno da desertificação.
«Portugal é um dos países onde a desertificação tem especial relevância e, se nada for feito nos próximos 20 anos, cerca de 66 por cento do território pode ficar deserto e seco», acentuou.
Como causas deste cenário, que ameaça «ensombrar» mais de metade do território nacional, o especialista aludiu ao agravamento dos efeitos da seca, aos incêndios florestais, ao crescimento urbano indevido em terras com potencial agrícola e à degradação dos solos, em resultado dos «maus usos e da poluição».
Mas, independentemente desse cenário futuro, cerca de um terço do território já sofre «uma grave desertificação», da qual a seca, os incêndios florestais e o despovoamento do interior, devido à «concentração excessiva da economia e da população no litoral», são «expressões evidentes».
«A aridez dos solos já atinge quase todo o Alentejo e o interior algarvio», sublinhou, alertando mesmo para proporções «quase dramáticas» na margem esquerda do Guadiana, nos concelhos de Mértola, Castro Marim e Alcoutim.
O fenómeno não está, contudo, confinado ao Sul do país, pois, disse, «todo o interior junto à fronteira com Espanha, do Algarve a Trás-os-Montes, está a ficar deserto», com a perda de potencial biológico dos solos (desertificação física) e de população (desertificação humana).
Para inverter esta tendência de desertificação e «evitar os piores cenários», o especialista defende a adopção de medidas «concretas e eficazes» de fixação da população activa nos meios rurais, de conservação do solo e da água e de recuperação das áreas já afectadas.
«Se nada for feito, Portugal deixará de ser competitivo a nível europeu, terá grandes dificuldades de abastecimento público de água e a qualidade de vida terá tendência para se degradar», vaticinou.
A investigação das causas e das formas para combater o fenómeno, a sensibilização da população e a inclusão da luta contra a desertificação e a seca nas políticas gerais e sectoriais são outras das medidas preconizadas por Eugénio Sequeira.
Objectivos estratégicos que, aliás, lembrou, já estão definidos desde 1999, quando foi lançado o Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação (PANCD).
Só que, até agora, «muito pouco tem sido feito», lamentou o especialista, que participou na elaboração do PANCD, criticando o facto do programa «praticamente não ter verbas atribuídas», o que leva à «falta de apoios para projectos de investigação em Portugal» sobre a temática.
No Ano Internacional dos Desertos e da Desertificação, as terceiras Jornadas Ambientais de Castro Verde da LPN reúnem mais de 30 especialistas, nacionais e estrangeiros, para «aprofundar o conhecimento público e científico sobre o processo de desertificação».
Rita Alcazar, da LPN, adiantou que o encontro pretende «discutir as implicações ambientais, económicas e sociais do fenómeno, através do intercâmbio de experiências, nacionais e internacionais, que fomente o desenvolvimento de medidas de mitigação e combate à desertificação».
Para sensibilizar a comunidade local, o encontro começa, quinta-feira, às 14h30, com um debate sobre desertificação com os alunos da Escola Secundária de Castro Verde.
Nos dois dias seguintes, de entre os temas em debate, destaca-se, no âmbito da desertificação física, a relação entre as alterações climáticas, os incêndios e a desertificação, bem como as causas, os impactos e as perspectivas da seca no Mediterrâneo.
A desertificação nos Estados Unidos da América, as iniciativas espanholas na luta contra o fenómeno e o Sistema de Avaliação e Controlo da Desertificação no Mediterrâneo Ocidental são outros dos assuntos em cima da mesa.
Quanto à desertificação humana, o encontro vai abordar o fenómeno da litoralização, concentração urbana e despovoamento de áreas rurais, a partir das tendências recentes da organização espacial da população no Noroeste Português (1981-2006).
Os projectos Desert Watch e AquaStress, a gestão agrícola e florestal na Rede Natura 2000, o Plano Nacional de Desenvolvimento Rural e a Directiva Comunitária sobre Protecção dos Solos são algumas das iniciativas de combate à desertificação em análise.
O encontro termina, domingo, com uma visita ao projecto-piloto de combate à desertificação que a LPN está a desenvolver na Herdade de Vale Gonçalinho, em Castro Verde, desde o ano agrícola de 2000/2001 inserido no PANCD, o projecto decorre numa herdade da estepe cerealífera do Campo Branco, em que a planície é caracterizada por mosaicos de cereais, leguminosas e pousios, dos quais dependem aves ameaçadas de extinção como o sisão e a abetarda.
«O projecto está a testar práticas agrícolas de protecção e conservação da terra (solo, vegetação e água) que serão, gradualmente, difundidas junto dos agricultores da região», precisou Eugénio Sequeira.

nm (Lusa)


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Paisagens Urbanas em Portugal


















nm (olhares.com)


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:Encontros2
«Novas Paisagens: A produção social de condomínios fechados na Área Metropolitana de Lisboa»


Apresentação da tese de doutoramento da economista Rita Raposo
Auditório da sede da Ordem dos Arquitectos
Travessa do Carvalho, 21-25, Lisboa




Este trabalho foca o processo de produção social do fenómeno condomínios fechados na Área Metropolitana de Lisboa (AML), respeitando ao período que decorreu entre os anos de 1985 e 1999.
De escala internacional e com dimensão global, aquele ganhou, desde a última década, importante expressão no nosso país, em especial nas suas áreas metropolitanas e ainda em zonas turísticas do litoral.
A AML surgiu como a área territorial de referência, entre outros motivos, porque nela se regista o maior número de ocorrências de todo o país. Esta área metropolitana foi objecto, em especial nos últimos vinte anos, de processos de reestruturação económica e social que alteraram profundamente a sua forma, e que são consistentes com o amplo e rápido quadro de mudança da sociedade portuguesa do mesmo período, e, ainda e em certa medida, com o que nas últimas décadas tem caracterizado, se bem que com múltiplas variações, muitas sociedades contemporâneas e marcado visivelmente as suas metrópoles. Deste amplo movimento de mudança resultaram novas paisagens – entre elas, os condomínios fechados.


Maria Duarte Rita Raposo nasceu em Lisboa a 11 de Julho de 1963. É professora auxiliar do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Desde 1991, é investigadora do Centro de Investigação
em Sociologia Económica e das Organizações (Socius) do ISEG/UT).
Doutorou-se em sociologia económica e das organizações (2002), após ter feito um mestrado em economia (1993), ambos no Instituto Superior de Economia e Gestão. Licenciada em sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, fez um curso de pós-gradução em estudos urbanos e habitação (1986). Participou nos projectos de investigação «Novas Paisagens: Condomínios Fechados na Área Metropolitana de Lisboa» (1999-2001) e «A Sociedade de Confiança: a Construção Social da Confiança em Portugal» (2003-2006), ambos realizados no âmbito do Socius e coordenados por José Maria Carvalho Ferreira.
Além das teses de mestrado e de doutoramento, é co-autora do livro «Sociologia» (Lisboa, McGraw Hill, 1995) e co-organizadora do volume «Entre a Economia e a Sociologia» (Oeiras, Celta Editora, 1996). É, também, autora artigos de revistas e de várias comunicações e conferências em congressos.

nm (OA)


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Construtores reclamam intervenção do Governo para entrar em Espanha
É uma obra hercúlea a de acabar com o "proteccionismo" espanhol à entrada de empresas portuguesas de construção. Esgotadas todas as vias de ordem empresarial para trabalhar no mercado vizinho, o sector exige a intervenção estatal para furar o bloqueio.
Rui Neves
ruineves@mediafin.pt


É uma obra hercúlea a de acabar com o "proteccionismo" espanhol à entrada de empresas portuguesas de construção. Esgotadas todas as vias de ordem empresarial para trabalhar no mercado vizinho, o sector exige a intervenção estatal para furar o bloqueio.
Sem a existência de um "equilíbrio nas relações entre os dois Estados ibéricos", esta indústria considera impossível eliminar "a falta de reciprocidade" no comportamento de Portugal e Espanha em relação aos construtores.


nm (jornal de negócios)


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Construção perde 1.100 empresas por ano desde 2003

O sector da construção civil e obras públicas perdeu, nos últimos três anos, 3300 empresas e 74 mil postos de trabalho. Segundo sublinha o Diário de Notícias, esta é a consequência directa da crise que afecta o sector e que resulta já numa quebra acumulada da produção de 20,6%.


Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN), admitiu ontem que teme que «as falências continuem» se o Governo não lançar obras, ainda que sejam de pequena monta, nem der incentivos à reabilitação urbana.
Reis Campos lembrou que o sector «é o maior empregador» da economia, representando 10,7% do emprego nacional, e daí a preocupação com o possível impacto negativo do ponto de vista social do prolongamento da crise do sector.
«Depois de cinco anos de recessão vai seguir-se mais um ano de crise, pois duvido que, com os níveis de investimento previstos no Orçamento do Estado para 2007, o sector da construção tenha um ano de recuperação», sublinhou o presidente da AICCOPN à margem da sessão de abertura do I Congresso Ibérico da Construção Sustentável.
08-11-2006 8:58:39

nm (ddigital)


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Urban Jump

O incrível desporto dos edifícios.
nm (Youtube)



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